22 June 2012

E eu Ainda Estou na Busca

Então que eu não vou sossegar até que a minha tia (re)encontre sua mãe biológica. Mãe essa que ela nunca viu, nunca abraçou, nunca sentiu o cheiro, não sabe como é, não sabe o nome, não sabe que fim levou.

Por causa da ajuda de vcs (e, principalmente, do Bruno Gouveia, do Biquíni Cavadão), olha o que conseguimos fazer para PROVAR pro Luciano Huck (ou qualquer outro programa que possa nos ajudar):

Dei um print na minha tela, sim!
Ou seja, se um post de um blog pessoal, que fala de um tantão de coisas (esmaltes, namoro, pedido de casamento, desabafos, compartilhamento de alegrias e decepções, gaydar...), teve em um único post a marca RECORDE de 100 acessos, é pq, amigão, o assunto é sério.Mas tem problema não, eu conto de novo a história pra quem chegou agora e tá com preguicinha de clicar no link ali do lado direito da tela do blog. Pra facilitar MAIS AINDA a vida de quem chegar aqui, eu vou transcrever só a parte grifada do texto, pq quem estuda, sabe que dá pra passar de ano estudando só o que está grifado com marca texto.

A família da minha mãe morava em Corupá-SC. E uma das irmãs dela foi adotada com menos de um mês de vida, em 1961, através da prática mais do que comum, a adoção à brasileira; e nunca conheceu a mãe biológica. Minha tia nasceu em Corupá, em 15/08/1961; uma cidadezinha pequena de Santa Catarina. Quando a minha tia nasceu, minha avó e a minha mãe, que na época tinha 8 anos, foram visitar a mãe biológica da minha tia. A mãe biológica da minha tia deveria ter, na época, por volta de 25 a 30 anos, e trabalhava como empregada doméstica em casas de família. Minha mãe conta que ela era uma moça que parecia ser grande, tinha cabelos cacheados (no estilo daquela minha Barbie, sabem?), finos e loiros, (...)  no dia 18/08/1961, minha tia foi levada para a casa dos meus avós, e passou a fazer parte da família. Passados três meses, duas senhoras de aproximadamente 40 anos foram até a casa da minha avó.  Elas se apresentaram como irmãs da mãe biológica da minha tia, e que somente queriam saber se a família que tinha adotado a menina estava cuidando bem dela; pois caso contrário, elas levariam a criança embora. Elas já haviam criado um outro filho dessa mesma irmã.  Elas deixaram anotado num papelzinho (que a minha avó guardou por muitos anos) o nome completo da mãe biológica da minha tia. Infelizmente, esse papelzinho se perdeu. o nome começava com a letra "M", algo como "Madalena", "Margarida", "Margarete". Depois de cinco anos, minha avó começou a ficar preocupada com a situação

Foi então que uma freira (a família da minha mãe era muito religiosa, e todos trabalhavam na Igreja) sugeriu que eles se mudassem, com a família toda, para uma cidade maior. Minha mãe, após ser apresentada ao Orkut e ao Facebook, conseguiu contato com conhecidos de Corupá daquela época, e soube que o hospital que a minha tia nasceu já foi fechado, mas que os registros estão arquivados na Prefeitura de Corupá.

Recentemente, conversando com a minha mãe, entrei em contato com a Prefeitura de Corupá e eles, muito gentilmente, responderam ao meu e-mail. Informaram que "o município possuiu dois hospitais, hoje ambos desativados, o Hospital Jesus de Nazaré (onde o Dr. Piccione trabalhou) e com o fechamento deste, o Hospital e Maternidade São Francisco (administrado pela família Lennert).
O Hospital São José, mencionado em seu e-mail, encontra-se em atividade no município de Jaraguá do Sul".
 
Ou seja, minha tia pode ter nascido não no Hospital São José, como sempre acreditamos, mas sim no Hospital Jesus de Nazaré ou no Hospital e Maternidade São Francisco! Dessa forma, temos mais pistas para seguir (e também mais trabalho para fazer).
 
Minhas tias souberam que a família biológica dessa minha tia é originária da região de São Bento do Sul ou de Rio Negrinho. Claro que podem ter se mudado de lá, ou mesmo nem ter retornado; mas acredito que uma visita iria esclarecer muita coisa.
 
Posso continuar contando com o apoio de vcs na divulgação dessa campanha? V.A.L.E.U.!!!

5 comments:

Inaie said...

Sua tia quer encontrar a familia biológica? quantos anos ela tem hoje? será que a mae ainda está viva?

Geíza Bolognani said...

Desista não. Bjks.

Luana said...

divulguei o post no meu facebook

beijocas

Cristiano said...

Tem como colocar seu post direto no face?

Natália said...

Desculpa a ignorância, mas, como eu ajudaria a divulgar? Até posso colocar seu post lá no blog.. mas meu blog nao tem muitos acessos e leitores e, em geral, acho q quem me lê já te lê ha mto mais tempo...

face eu não tenho..

é só me dizer como que eu ajudo :)