
Eu tenho uma porção de coisas pra falar pra vcs: semana passada foi meu níver, recebi vários parabéns e beijinhos e coisas boas pelos 34 aninhos de pura travessura (hahahahahahaha). Senti falta da Tatá no Face, e qdo ela ler isso aqui, tá convocada a me add lá (se tiver conta). Fiz pudim de leite, bolo de chocolate e café recheado de brigadeiro branco, brigadeiro de colher... Quem não veio, perdeu. Na 3a. feira, já tinha ido tudo embora.
Faz tempo que não faço as unhas. Falta um pouco de ânimo pra isso (e pra uma porção de coisas que eu curto fazer), mas aos poucos tou voltando "à ativa". Agora eu estou mais tranquila quanto a isso, aceitando melhor, talz. Não é fácil, mas tamos aí.
Que mais? Campanha política: estamos com 2o. turno aqui em Curitiba, e o que vejo nas propagandas me dá nojo, e tira a vontade de votar em um dos candidatos; pq olha, é um tal de troca de acusações, ao invés de focar no que se vai fazer, que vou te contar. Sinceramente: devia ser proibido (ou, pelo menos, restringido) o uso de jingles nas campanhas políticas. Não só pq é um saco aquela coisa tocando direto, o dia todo, torrando as paciências, e que só com lobotomia a gente consegue tirar o jingle da memória; mas também pq é uma forma de induzir o voto (conheço gente que vota no candidato pq lembrava da música, mas nem sabia quem era o "cidadão"). Mostrar artistas e políticos falando em nome do candidato, também - pow, quando eu vou pedir emprego em um escritório, ninguém se interessa em saber a opinião dos meus pais ou dos meus amigos; ninguém quer saber os podres que sei dos meus concorrentes. Eles pedem a referência de onde eu já trabalhei, perguntam sobre o que eu já fiz, quais são meus objetivos, como eu trabalho...
Bem que propaganda política poderia ser feita assim, né? Estilão entrevista de emprego. Imagina o candidato, todo bonitão (pq ninguém vai mal-vestido em entrevista de emprego, nenhum headhunter recomenda isso), sentado em uma cadeira, com um fundo neutro (não bege nem branco, pq é cansativo; não preto nem cinza, pq é deprimente; não vermelho ou laranja); dizendo "Boa noite, eleitor; meu nome é Seu Candidato. Sou filiado ao partido PX, número X, cuja linha de trabalho é bláblábláblábláblábláblábláblá. Já trabalhei na área política como prefeito/vereador/deputado/nunca consegui me eleger pra nada; tenho experiência de tantos anos no cargo, onde realizei as seguintes atividades: atividadeatividadeatividadeatividadeatividade. Se eleito, pretendo focar, principalmente, na área tal, pq é a mais necessitada/a que tem mais recursos/a que dá menos trabalho pra fazer. Vote em mim." - precisa de mais do que 10 minutos pra isso? Não, né... Dá tempo de atacar o adversário? Não, né... Pq não fazer isso?