Então que eu tava bem faceira, linda, formosa e tobleronática lendo o blog da Nat, e me deparei com uma verdade que ela colocou lá, e que eu já vivo há algum tempo: vida de advogado, hoje em dia, não tá fácio. Queria esse povo que faz novelas viesse pedir consultoria pra advogado de escritório onde é ele e Deus - no máximo, ele, um amigão pau-pra-toda-obra, uma secretária e Deus.
Pior que o que tem de gente, por aí, que acredita PIAMENTE que tudo quanto é advogado tá cheio da grana, não é brincadeira! Posso falar por mim: corro atrás por um emprego, pra entrar em um escritório, dou o melhor quando estou trabalhando, procuro estar apresentável (pq, lembram, ninguém leva a sério advogado molambento, advogada fashionista), estudar por conta... E infelizmente, meu retorno econômico não chega nem perto do que eu acredito que é o justo - não estou falando do quanto eu REALMENTE mereço, só do que é justo, mesmo. Claro que tem advogado por aí se dando bem, ganhando dinheiro - muito dinheiro, diga-se de passagem - e fazendo seu nome por aí. Desafortunadamente, eu não sou uma dessas advogadas.
Aí vcs me perguntam "mas Grasi, o que está acontecendo, afinal? Advocacia não está mais dando dinheiro?" - e eu respondo, não, não está dando dinheiro. Pelo menos, não da forma como as pessoas pensam. Tem até um ditado entre os advogados: "quer ganhar dinheiro rápido? Atue com Direito Penal. Quer ganhar MUITO dinheiro? Atue com Direito Tributário!" - e, olha só, eu mexo com Direito Civil.
Agora, vem a parte triste da história: eu não sou a fim de fazer concurso público. Posso falar pra todo mundo, o quanto eu detesto fazer prova, o quanto eu odeio estudar pra prova, o quão pouco interesse tenho em carreira pública, mas infelizmente, estou precisando reconsiderar. Afinal, a vida advocatícia não está fácil pra ninguém, e tá demandando investimento maior do que o retorno. Isso dá um desânimo na gente, que vcs nem fazem idéia. Só queria tirar da cabeça de muita gente que ser advogado é uma vida fácil, tranquila, cheia de gramú e dinheiro... Até a vida do Neymar tá mais mole que a minha.
Então que eu estava lendo alguns blogs amigos - e que estava devendo visitas, confesso - e fiquei sabendo que a Emmanuelle (será que é assim que escreve?) morreu no mês passado. Gente, acho que Deus olhou cá pra baixo e resolveu fazer uma daquelas "limpas de armário", pra renovar as energias, só pode! Olha a quantidade de "celebridades" morreram neste ano: Chico Anísio, Hebe Camargo, Marcos Paulo, Michael Clarke Duncan, Emmanuelle, o Homem Gato dos EUA, Neil Armstrong, Whitney Houston...
Bom, fato é que eu comentei no blog do Cristiano algo que não poderia deixar passar... Pq a história é mega engraçada! Seguinte: "Quando saiu do emprego, o Fá começou a treinar uma menina que ia substituí-lo no trabalho. Até aí, nada demais. E nessas de conversa vai, conversa vem, a menina revela que o segundo nome dela é Emanuelle JUSTAMENTE por conta dos filmes dessa Emmanuelle... E, quando a menina descobriu, fez de tudo pra ninguém saber disso, queria até trocar de nome, hahahahahaha!"
Tem uma galera que ostenta nomes baseados em ícones da música, ícones do cinema, personagens de novelas, bons drinks (sim, conheci um que o nome foi inspirado em uma bebida!), até por conta de apostas sem noção. Agora, nada te instiga mais do que saber que o seu nome foi inspirado em um personagem de filme... PORNÔ CHIC, hahahahahaha!
Então que hoje é aniversário da minha amiga, minha fofura, minha xuxua, blogstar LUANA!!! Passei mesmo só pra deixar registrado e pra falar pros meus queridos leitores irem dar parabéns pra ela lááááá no blog dela:
Então que eu tenho o outro blog, que falei pra vcs no post anterior. Visitem lá, e comentem! Se encontrarem na net algum tipo de pergunta estilo "caderno de confidências", ou quiserem que eu responda algum que vcs criaram (criativo, engraçadão, sério, etc...), eu respondo lá. Sério!
Então que, a despeito de estar temporariamente afastada do trabalho e postando pouco por aqui, ainda assim, vejo que tenho direito a prêmios! E prêmios de amiguinhos, que é o melhor de tudo!!!
Sambando de Fio Dental na Cara da Sociedade Preconceituosa
Só o fato de amigas de blogs estarem seguindo esta "humilde" pessoa que vos fala, já é motivo suficiente pra eu me encher de orgulho e ficar toda toda me sentindo Awebstar, webcelebrity, blogstar! Daqui a pouco, vou ganhar notinha no EGO, estar no blog de fofocas da Fabíola Reipert, sendo zoada no Te Dou um Dado e no Morri de Sunga Branca; além de estampar matérias de 4 páginas das revistas Quem e Caras, com declarações bombásticas como "Refeita da desilusão do aumento no preço do tomate, a blogueira, it girl e webstar Gazzy1978 segue a vida com fé no futuro"... Quem sabe, nesse dia, eu não ganho o meu pedido de casamento em rede nacional, ou, mais importante, consigo comover o Luciano Huck a ajudar a promover o reencontro da minha tia com a mãe biológica dela?
Então. Quem me deu esse prêmio super ultra mega maxi thunderbird foi a Lu, lááááá da Bélgica, sou internacional, beibes, durmam com essa! indicando o Prêmio Liebster, que pelo que entendi, é destinado aos blogs que têm menos de 200 seguidores. Meu blog tem quase 20 seguidores, o que já me deixa muuuuuuuuuito feliz!!! Pena que um deles não seja o Fá, mas tudo bem, pq quando eu escrevo algo que acho MUITO engraçado (tipo o post do gaydar para vampiros), peço pra ele dar uma olhadinha, e fico hooooooooras discutindo o post com ele.
Voltando ao prêmio: além de ter menos de 200 seguidores, eu também preciso indicar 11 coisas que me deixam feliz e indicar blogs que tenham menos de 200 seguidores. Comecemos, então, com a parte dilíça da coisa, responder 11 coisas que me deixam feliz:
1) Chegar em casa e ser recepcionada pelos meus bichos de estimação (Luque, Bichana, Aveia e Maru);
2) Comer o empadão que a minha mãe faz, e que é imbatível;
3) Receber SMS, e-mail, comentário, mensaginha no Facebook, cartão postal, no melhor estilo "adoro-te, vc é importante pra mim, gosto muito de vc, lembrei de vc, etc";
4) Chegar em casa e ter um presentinho pra mim, por menor que seja, que tenha vindo pelos Correios;
5) Saber que o presente que eu comprei pra alguém agradou;
6) Assistir seriados, programas de TV e uma ou outra novela;
7) Fazer bolo, pudim de leite, brigadeiro, beijinho, 2 amores, enfeitar tudo muito lindo e ver que não sobrou quase nada, pq todo mundo pegou um pedaço;
8) Me cuidar no final de semana, em casa, no melhor estilo mulherzinha: fazer unha, esfoliação, depilação, passar creme... Tudo com um super copo de guaraná e pipoca, assistindo TV;
9) Sair com as pessoas que amo: papis, mamis, irmãos, o Fá, amigas, chegar cansadíssima em casa e deitar na cama;
10) Trabalhar. Posso reclamar dos caciques, dos subcaciques, dos índios que pensam que são caciques, dos coleguinhas que roubam lanchitos (feliz demais pq não preciso mais passar por isso!), mas em TODOS os empregos por onde passei, fiz pelo menos UM AMIGO que levo pra VIDA!
11) Passear com o Luque.
Agora vem a parte difícil: indicar blogs que também tenham menos de 200 seguidores. Mas a gente faz um esforcinho... Pra xuxuzada não sentir ciúmes, eu coloco em ordem alfabética, ok?
Gente, eu ainda queria colocar a Cambaxirra, a Srta. Forte, e mais um monte de gente que eu não encontro o blog no meu reader do Blogger, ou não está nos meus favoritos. Mas posso GARANTIR que todos esses blogs, mamis lê e favoritou, depois que contei as histórias pra ela aliás, uma das favoritas de mamis e que ela SEMPRE CONTA pra quem quiser ouvir, é a da Gisa abastecendo o carro em um posto italiano!
Então que postei o pequeno texto abaixo no Face, como um comentário, mas que é válido postar aqui também:
"A coisa mais fácil no Brasil, atualmente, é montar "grupo" de "funk": junte 4 pessoas (sendo no mínimo 3 mulheres que abusem da dobradinha "peito/bunda"), invente uma letra que tenha algo no estilo "chãochãochãochãochão" até a morte, inclua coreografias bizarras e figurinos autoadesivos e atochados no tchu. Escolha uma palavra qualquer, acrescente "do Funk" e... seja bem sucedido na rede! Prazo de validade do ajuntamento: depende da possibilidade de participar de alguma polêmica envolvendo jogador de futebol. #VergonhaVergonhaVergonha"
Por que digo isso? Pq é VERDADE, ora essa! Se eu quiser montar um ajuntamento de "funque", posso entitular intitular de "As Barrigudas Bregas do Funk", cantar "as recalcada pira tudo/ tudo, tudo/ enquanto nóis desce até o chão/ chão chão chão chão chão chão chão/Rebola recalcada/Que cê num guenta a pressão/é pressão até o chão/Sou Barriguda Brega, teu hómi me olha e me quer/Enquanto isso, Recalcada, vc fica só olhando a pressão". Monto o figurino das dançarinas pq só uma que "canta", mesmo, no estilo lamê dourado/prateado-top meia taça apertado-short pra quem tem 6 anos de idade e que dá a impressão que vai rasgar a qualquer momento-botas da Xuxa combinando; e tá feito o combo tétrico bregaridículopronto pro sacrifício humano a Montezuma (desculpa Montezuma) de sucesso! Se eu quiser um pouco de visibilidade, é só entrar numa polêmica qualquer, em qualquer uma das opções seguintes: a) dançarina que se envolve com jogador de futebol (nem precisa ser bom); b) briga interna do grupo; c) dançarina se envolve com sertanejo "famoso"; d) dançarina resolve participar de um concurso que dá ultra visibilidade, estilo "Miss Sambando de Fio Dental Na Cara da Sociedade Preconceituosa", com foco na celulite estrategicamente localizada retaguarda da pessoa. Notinha garantida em site de celebridades e tratamentos estéticos na faixa!
Pelo visto, tá dando mais dinheiro e mais rápido montar ajuntamento de funqueiras, do que ralar de segunda a sexta, horário comercial, aguentando o stress de pegar trânsito, aguentar caciques e índios metidos a caciques, prazos apertados... Vou pensar seriamente na possibilidade de montar um ajuntamento desses também. De "funque"; pq pra mim, FUNK, o real, mesmo, no meu entendimento, é esse aqui, ó:
Ou ESSE aqui:
Me diz aí: dá pra chamar o que se produz hoje em dia, de FUNK? E depois vem me dizer que eu sou preconceituosa...
Então que eu sumi - basicamente. Ainda estou no Face, sempre mandando recadinhos carinhosos pras minhas amigas virtuais e as reais (aliás, do ano passado pra cá, eu fiz váááárias amigas virtuais! Me sinto chique com isso, benhê!). Tanto é que hoje, quando estava no centro, encontrei jabuticabas para vender, e quando perguntei "mãe, compro pra mandar pra Ronny e pra Lu?", ela respondeu imediatamente "tá louca? Quer que cheguem podres, lá? A gente vai ver umas que vão chegar no ponto pras meninas!"...
Eu tenho uma porção de coisas pra falar pra vcs: semana passada foi meu níver, recebi vários parabéns e beijinhos e coisas boas pelos 34 aninhos de pura travessura (hahahahahahaha). Senti falta da Tatá no Face, e qdo ela ler isso aqui, tá convocada a me add lá (se tiver conta). Fiz pudim de leite, bolo de chocolate e café recheado de brigadeiro branco, brigadeiro de colher... Quem não veio, perdeu. Na 3a. feira, já tinha ido tudo embora.
Faz tempo que não faço as unhas. Falta um pouco de ânimo pra isso (e pra uma porção de coisas que eu curto fazer), mas aos poucos tou voltando "à ativa". Agora eu estou mais tranquila quanto a isso, aceitando melhor, talz. Não é fácil, mas tamos aí.
Que mais? Campanha política: estamos com 2o. turno aqui em Curitiba, e o que vejo nas propagandas me dá nojo, e tira a vontade de votar em um dos candidatos; pq olha, é um tal de troca de acusações, ao invés de focar no que se vai fazer, que vou te contar. Sinceramente: devia ser proibido (ou, pelo menos, restringido) o uso de jingles nas campanhas políticas. Não só pq é um saco aquela coisa tocando direto, o dia todo, torrando as paciências, e que só com lobotomia a gente consegue tirar o jingle da memória; mas também pq é uma forma de induzir o voto (conheço gente que vota no candidato pq lembrava da música, mas nem sabia quem era o "cidadão"). Mostrar artistas e políticos falando em nome do candidato, também - pow, quando eu vou pedir emprego em um escritório, ninguém se interessa em saber a opinião dos meus pais ou dos meus amigos; ninguém quer saber os podres que sei dos meus concorrentes. Eles pedem a referência de onde eu já trabalhei, perguntam sobre o que eu já fiz, quais são meus objetivos, como eu trabalho...
Bem que propaganda política poderia ser feita assim, né? Estilão entrevista de emprego. Imagina o candidato, todo bonitão (pq ninguém vai mal-vestido em entrevista de emprego, nenhum headhunter recomenda isso), sentado em uma cadeira, com um fundo neutro (não bege nem branco, pq é cansativo; não preto nem cinza, pq é deprimente; não vermelho ou laranja); dizendo "Boa noite, eleitor; meu nome é Seu Candidato. Sou filiado ao partido PX, número X, cuja linha de trabalho é bláblábláblábláblábláblábláblá. Já trabalhei na área política como prefeito/vereador/deputado/nunca consegui me eleger pra nada; tenho experiência de tantos anos no cargo, onde realizei as seguintes atividades: atividadeatividadeatividadeatividadeatividade. Se eleito, pretendo focar, principalmente, na área tal, pq é a mais necessitada/a que tem mais recursos/a que dá menos trabalho pra fazer. Vote em mim." - precisa de mais do que 10 minutos pra isso? Não, né... Dá tempo de atacar o adversário? Não, né... Pq não fazer isso?
Então que, embora eu não seja filha única, sou a única filha dos meus pais - o que significa que não tive irmãs explicando a piada pro caso de virem leitores eventuais com analfabetismo funcional, o que não é o caso dos meus amigos leitores queridos e que regularmente me visitam. Tive 2 irmãos homens, mais novos: Au-Au e LeLê. Não bastasse isso, tive mais primOs do que primAs da minha idade. As primas que tive, nasceram depois e com uma diferença de cerca de 4 anos, que qdo se é criança, é uma diferença colossal. Dessa forma, tive mais amizades masculinas do que femininas Au-Au nasceu justamente na época em que comecei a ser alfabetizada e, até hoje, consigo fazer com que rapazes me entendam melhor do que as moças.
Convivendo mais com homens do que com mulheres, obviamente passei a ter alguns comportamentos tidos como "masculinos": tomar a frente nas questões, dar a cara a tapa no colégio, ser competitiva (embora não parecesse!)... E as coisas tidas como "femininas" me deixavam arrepiada: ser delicada, meiga, feminina, recatada, falar baixo, sentar de pernas cruzadas, me arrumar, me deixavam de saco cheio e eu realmente acreditava que era "coisa de menininha", haahahahhahahahaha. Ou seja, eu era uma contradição ambulante, desde a mais tenra idade. O maior traço de feminilidade que eu tinha era o desejo de ser professora e de casar sim, penso em casar desde os 3 anos de idade, segundo consta do arquivo da família C.
Aí vc pensa "e daí q vc não teve irmãs? O q isso muda na sua vida?". Tenho uma tese. Qualquer psicólogo formado vai querer rebater, vai querer dizer que não é bem assim, mas eu vejo algo nas minhas amigas que, SIM, têm irmãs do mesmo sexo; e é algo que eu vejo tb entre Au-Au e LeLê: a identidade entre irmãos. Não é que nem quem tem UM irmão do sexo oposto, que tem uma amizade, uma afinidade, um carinho. É uma cumplicidade maior. Como se tivesse um acordo implícito, não escrito, não verbal, sei lá, de que um irmão vai entender o outro só de olhar pra ele. Não é que eu não tenha isso com Au-Au ou LeLê, só não é IGUAL o que eles têm.
Além disso, eu sinto falta de ter uma irmã. Alguém que, se eu estiver de TPM, possa chamar pra fazer as unhas no final da 4a. feira, que por mais coisas que ela tenha pra fazer, não vai deixar de atender. Por mais que minhas amigas SATC Sex And The City QUEIRAM fazer isso, e se DISPONHAM a fazer isso, não dá pra contar sempre, né? Pq todo mundo tem sua própria carreira, sua própria casa, seus próprios problemas, sua própria família. E por incrível que pareça, gente, eu JURO QUE ENTENDO qdo elas não podem me atender - pq nem sempre eu vou poder atendê-las, tb.
Se eu tivesse uma irmã (de sangue, saca?), talvez eu tivesse um estilo de vestir diferente. Talvez eu fosse mais vaidosa, fosse mais competitiva com mulheres - no sentido de ser mais magra, ser mais bonita, com melhor cabelo, com a bolsa mais bonita... Como tudo na vida, tem um lado bom e um lado ruim. O lado bom de não ter tido uma irmã talvez tenha sido não ter desenvolvido certas picuinhas que vejo algumas amigas mostrarem, e que eu JURO não entender qdo elas fazem. O lado ruim eu já expliquei: não ter uma mulher que esteja comigo, impedindo de comer chocolate quando não devia, dando força na dieta, pra ir no shopping ver roupa... São coisas que é diferente de se fazer com a mãe a minha Sra. Smith pode me confirmar.
Eu queria muito ter tido uma irmã. E só me toquei disso perto de fazer 34 anos. Se bem que, se eu tivesse uma irmã, provavelmente seria mais fútil do que sou e não assumiria minha idade, pq né...
Então que, a despeito do meu estado de espírito não estar lá essas coisas... Hoje é um dos dias especiais do mês de outubro, pra mim. Um dia importante. Um dia em que eu não consigo parar de pensar em uma pessoa única, especial, importante, e a quem eu amo muuuuuito nesse mundo: o Fá.
Delícia de abraço, de carinho, de...
Mas acontece que hoje NÃO É aniversário do Fá! Quer dizer, não é aniversário SÓ dele: é o nosso aniversário de namoro! Lembrar que, há 7 anos atrás, começamos a namorar, com direito a aliança de compromisso (eu nunca tinha usado antes, gente!); apresentação pra minha turma de pós-graduação; compartilhamento de milk-shake de Ovomaltine do Bob's que ele nunca tinha tomado e hoje em dia adoooora; promessa de amigo no melhor estilo "olha só, se esse cabeludo, por um único minuto que seja, te deixar triste ou te fizer chorar, eu arrebento ele"; a clássica pergunta "você quer namorar comigo?"; trocas de SMS todo dia; ter uma música do casal... Não tem nada que substitua tudo o que vivi com vc nesses 7 anos, amor! Os momentos felizes, os passeios, os desabafos, os momentos difíceis que superamos (e a felicidade em saber que sobrevivemos a eles!), as vezes que falei "chega, não está dando certo, vamos terminar" e vc disse "vamos terminar coisa nenhuma, vamos enfrentar isso juntos" não com essas palavras, claro... Só me trazem a certeza de que, SIM, é para ficarmos juntos! Afinal, é como diz a música do Kiss...
E também como diz a Cindy Lauper nossa música...
TE AMOOOOOOOO!!!! E esse é o nosso destino:
Forever, this time I know And there's no doubt in my mind Forever, until my life is through Girl, I'll be loving you forever
Então que, tendo em vista meu atual estado trabalhístico, uma das minhas atividades diárias é mexer na internet. Face, e-mail, site de fofocas pq sou povão, né? ;), blogs amigos... Tudo isso eu vejo na internet. Daí, hoje fui ver um dos blogs que leio diariamente, e descubro que... NÃO FUI CONVIDADA PARA VISUALIZÁ-LO! Como isso, Tatá? Eu super me identifico com teus textos, adoro ler os comentários (quando estou de bom humor, óbvio), adoro vc... mas não consegui ver teu blog!
Lu e Gê, eu super quero comentar nos seus blogs. Só que, tipo assim, eu nem tenho inspiração pra escrever as coisas, nem pra comentar. O bagúio tá me afetando mais do que eu gostaria de admitir - afinal, eu tenho poucos canais de escoamento e válvulas de escape, pq o que tem de gente me falando "olha só, vc tem que esquecer isso, pare de falar no assunto, blábláblá Whiskas Sachê", não é mole (nem pouca).
Tenho me sentido um pouco sem ânimo pra nada - e quase nem falo do assunto, que é pra não cansar as pessoas. Até pra quem é MUITO próximo de mim, procuro falar de uma porção de coisas, menos do que me incomoda, pq né, enche o saco ficar ouvindo mimimi o tempo todo: a pessoa falando SEMPRE das mesmas coisas; reclamando das MESMAS pessoas; do quanto ela se sente mal por não poder ajudar; de como ela está mal por não ter um emprego legal; e que quando encontra um emprego legal, fica frustrada pq uma pessoa próxima ganha mais em uma função "inferior" (em chão de fábrica) do que ela em uma função onde se exige graduação e pós graduação; daí essa pessoa fica frustrada pq embora esteja em casa, deveria estar ajudando na faxina e, - surpresa! Não tem forças pra fazer isso. Não tem força pra fazer as unhas (coisa que adora). E, no final do dia, faz um esforço danado pra mexer na internet.
But I got my girls, I got my proud, I got people who looooooooove me!!! E cansei de ficar nessa de "não tenho energia pra nada". De alguma forma, preciso sair desse coma. Lembram da Carrie, em Sex And The City? Aquela hora em que ela fala que precisa sair do "Mexicoma"? Por aí.
Uma música pra vcs ficarem ouvindo o dia inteiro dentro de suas cabeças, e pra me animar já que estou assistindo "Olha Quem Está Falando Agora":
Então que tá difícil de escrever aqui, pois como o Fá contou, "aqui em casa ninguém sente tédio", de tanta coisa que acontece. O problema é que, infelizmente, isso acaba magoando duas das pessoas que eu mais amo neste mundo: meus pais. Tantas coisas aconteceram (e pelo visto vão continuar acontecendo), que não sei como não explodi ainda.
Se tem uma coisa que eu não recomendo pra quem está sofrendo por tabela, é ficar engolindo o sentimento. Desabafar é sempre útil, necessário e bom. Porque, vou te contar, xuxuzada... Se eu tivesse a chance de desabafar com alguém (não só escrevendo, com a pessoa ouvindo, mesmo), acho que seria a melhor coisa do mundo. Senti falta de ter minhas amigas, pra me abraçarem, tomarem conta de mim, dizer que tudo vai passar, me dar um pouco de chocolate (ou coca cola), e me ajudarem a xingar a pessoa em questão.
Não é a mesma coisa que o Fá me dar colo, me ouvir e fazer cafuné. Pq vai chegar um momento, em que ele vai virar pra mim e falar "amor, pare de sofrer por outra pessoa que não merece", e a impressão que me dá é que ele, por mais que me ame e que esteja certo e queira o melhor pra mim, na realidade quer que eu pare de sentir o que sinto naquele momento. E isso não acontece.
Sabem aquele momento bem "Sex And The City"? O momento das meninas? Em que uma delas chama a outra, e é convocado o grupo de amigas, e aquela que está sofrendo recebe colo? Era disso que eu estava precisando agora. Quatro amigas, no meu quarto, me abraçando, ajudando a xingar a pessoa de "desleal, a ingratidão em pessoa, fdp, falsidade personificada..." e me dando colo e bebida (não necessariamente alcóolica) e comendo pizza comigo, até eu parar de chorar.
Eu queria fazer isso pela minha mãe, sério. Se alguém me falasse hoje "olha só, a gente pode tirar toda a dor, mágoa, tristeza e sentimentos ruins que ela está sentindo, mas vai te custar o braço - e o seu cabelo raspado", eu juro que aceitaria na hora, sem pestanejar. Não há o que eu não fizesse pra melhorar as coisas.
Queria muito chorar e gritar e xingar à vontade. Mas não dá. Só posso cantar a musiquinha que a Lu me mandou esta semana:
Sim, Lu, é por conta daquilo que conversamos. Por causa daquela pessoa. Por causa do que ela fez alguém fazer. Eu estou tentando cantar essa musiquinha tantas vezes, e mesmo assim a dor não passa; não resolve; não alivia... Eu penso "VAI SER MALDITO, MORRA SER MALDITO" e não adianta! Grito mentalmente isso umas, sei lá, mil vezes por segundo, e não alivia!
Então que, como não é mais segredo pra ninguém, eu saí da taba onde recém tinha entrado. Dito isso, é hora de procurar novas tabas, com novos caciques (valeu, Lu, valeu, Gê, por quererem bater em cacique que me fez chorar), novos índios, uma tanga maior que short de funkeira, etc.
Eu DETESTO fazer entrevista de emprego, quase tanto quanto odeio dor de dente e provar roupa (por mim, olhava, comprava e a roupa AUTOMATICAMENTE serviria em mim). Aí que vem toooooda aquela enrolação de setor de RH, que te faz as perguntas mais estapafúrdias, rídiculas e para as quais vc pesquisou, ANTES, as respostas que te fariam ser contratado ou ter chances de passar para a dinâmica odiosa de grupo. Por exemplo, a típica "qual o seu maior defeito?", tem como respostas óbvias "perfeccionismo", "sou detalhista", "sou workaholic" (mesmo quando isso não é verdade). A "se vc pudesse ser um animal, que animal vc seria?", pode ter como respostas "fênix" (pq renasce das próprias cinzas), "leão" (pq é um caçador por instinto), "cachorro" (pq é leal e dedicado).
Acho que as perguntas que eu responderia de forma mais tranquila em entrevistas seriam mais realistas em relação ao dia-a-dia, e diriam mais a respeito de mim, tanto pessoalmente, quanto profissionalmente. Por exemplo... "se você pudesse trazer um único item pessoal para sua mesa de trabalho, qual seria?" (a propósito, levaria um porta-retrato com ímãs); "se, além dos itens de higiene, você somente pudesse ter 3 itens em sua necessaire, quais seriam?" (lenço removedor de esmalte, base incolor e espelho); "se fosse necessário atender um cliente de outro colega de última hora, qual seria sua primeira providência?" (verificaria o histórico processual do cliente); "qual cor de esmalte vc prefere para trabalhar?" (cores marcantes e escuras); "prefere ouvir música em caixa de som ou fone de ouvido?" (fone de ouvido, pq ninguém é obrigado a ouvir minhas músicas e preferências musicais)...
Esse negócio de perguntar "quem é a Grasiele?" merece uma resposta nível "olha só, qual a resposta que vc procura e que vai me fazer ganhar esse emprego?". Estou procurando emprego, e o que o escritório/empresa tem que saber sobre mim é que trabalho bem - e que não há dinheiro que pague as minhas lágrimas no fim do expediente. No máximo, que eu olho sim, o meu Face durante o expediente, mas que isso não influencia a minha produtividade.
Querer saber o que eu aprendi com o último livro que li e, não, não falei que o último livro que li era da série Monster High, e como aplico isso na minha vida, é pedir pra eu dar uma das respostas ensaiadas que a gente lê nos artigos googleados por aí. Não sou fã de querer parecer intelectual em entrevista profissional até mesmo pq não sou, não tenho paciência pra isso e detesto dar as mesmas respostas que já li na internet, só pra garantir vaga. Acho isso pouco profissional, pouco autêntico e pouco eficaz em entrevista.
Então que é irreversível. Estou saindo da nova taba, a despeito de índios muito bacanas, peixes maiores e um dos caciques ser exigentes, mais para te desafiar a melhorar do que para qualquer outra coisa. O nível de exigência do(a) subcacique é muito pior do que a do cacicão.
Difícil continuar em uma taba onde, por mais que pareça aos olhos dos demais, que é perfeita (ou quase), vc volta para casa todos os dias (sim, todo dia!) chorando, nervosa, tendo enjoos, diarréia; tudo por conta da caça/pesca diária... Não vale a pena. A tanga oferecida não cobre tudo isso.
Gente, esta semana resolvo a situação e volto a blogar. Logo.
Então que não recomendo tatuagem masculina na bunda nem depilação íntima pra rapazes. Não sei como fazer. Não tenho a menor ideia sobre os assuntos, mas desconfio de jovens rapazes que tatuam rosas na bunda e depilam a virilha. Por isso, por favor, parem de procurar o blog por causa disso, hahahahahahahaha.
Mas se quiserem dicas de esmaltes, podem falar comigo, que não me importo. ;)
Ah! E o drangão-que-mora-na-torre-elfo-e-anda-de-rerly-deivison-com-um-AR-15 não morreu, tem até foto dele no blog...
Então que, como falei com vcs, estou em nova taba - e já estou com vontade de sair de lá. Não, a taba não é ruim, os índios são tranquilos, os peixes são caçados com rede... aparentemente, tudo azul todo mundo nu/no Brasil, sol de norte a sul. Seria ótimo, não fosse o "aparentemente".
Aí que vcs devem ler a última frase e pensar "de novo, Grasi? Querendo mudar de taba DE NOVO?". Não é bem assim. O ambiente tabístico e a estrutura é legal. Os índios são legais. O cacique é exigente, e mostra claramente o que quer. Seria um desafio entrar em uma taba desse jeito, principalmente por se tratar de uma nova forma de pescar. Problema: subcacique, como é muito exigido(a) do cacicão, exige O DOBRO da gente. Até aí, estaria tudo bem - não fosse um "pequeno" detalhe.
O fato é que eu entrei numa área em que, não contente em não dominar, eu simplesmente DETESTO garanto que a Geíza já sabe qual é! Além disso, tive apenas 15 dias para me ambientar e me inteirar da caça de mais de, sei lá, 100 bichos, em mais de 10 florestas diferentes (geograficamente falando) - e vejo as malditas cobranças vindo como se eu já conhecesse toda a caça desde os primórdios dos tempos! E isso, minha gente, é horrível.
Eu sou a pessoa que mais exige de mim mesma. Não curto fazer trabalho mal feito, fazer nas coxas só pra entregar e mostrar trabalho, fingir que dou conta quando não dou... Fico me sentindo incompetente o tempo todo. E isso tudo é o que está acontecendo na nova taba: cobrança pra apresentar trabalho, num nível absurdo, e fico eu lá, no meio do tiroteio, tentando dar conta de todos os peixes que se esperam que sejam pescados; eu me sentindo incompetente... Pra preservar vários setores da minha vida que são importantes pra mim (família, amigos, saúde...), estou considerando sair da taba, a despeito de ter a clara consciência que se trata de uma das melhores tabas de Curitiba, em vários setores.
Estou só considerando quando vou sair de lá. Vai ser uma das coisas mais difíceis que farei na vida.
Agora é oficial: estou em uma nova taba, com novos indiozinhos e novos caciques. Uma taba maior, com mais peixe pra pescar, mais lanças e mais cobranças (óbvio). Diante disso, estou cada vez mais com mais coisas pra fazer, e por isso, fica difícil atualizar quase diariamente o blog. Mas eu mooooorro de saudades disso aqui! Moooooorro de saudades de vcs!
Todo dia de manhã eu venho pensando em vááááários posts legais pra vcs, sério. O dia passa, e à noite eu não tenho forças pra mais nada. Não levem a mal, é só o tempo de eu conseguir me ajeitar com o novo cocar e a nova tanga, hahahahahahaha.
Tive motivos pra não falar nada com vcs - e nem vou contar a história toda, por enquanto ("há razões e motivos para isso"). Mas saber que meus amigos queridos continuam vindo aqui, lindos, pra ver quando eu escrevo alguma coisa, me deixa tão feliz quanto um anel de bigodinho que vi este final de semana.
Quando dizem que as coisas acontecem quando a gente menos espera, é verdade. E que devemos ter cuidado com o que desejamos e pedimos, também é verdade! Assim como eu pedi nova taba, com maiores peixes, ocas melhor acabadas, indiozinhos que ocupam a mesma oca... também pedi amigos virtuais, leitores que viessem aqui todo dia pra ler o que eu escrevo e que se interessassem pelo que eu escrevo (e ainda achassem isso lindo!). A responsabilidade foi consequência, né?
Então, xuxuzada, I'M BACK! Talvez não todos os dias, talvez não com a mesma inspiração, mas ainda assim, I'M BACK!
Então que devo dizer que "continuo em férias", estou muito feliz eeee... Ainda não posso contar a razão pra vcs todos - tá, eu já contei pra ALGUMAS pessoas, mas assim ó, não foi no blog, nem por e-mail. Tem uma pra quem eu quero MUITO contar o que é, mas ainda não tive tempo, não é, Sra. Smith?
Devo adiantar que é por causa dessa notícia que não tenho ido aos blogs, nem comentado nos blogs, nem postado tanto (aqui e no Face) o quanto costumava e gostaria. Mas, gente, tá super valendo a pena!
Semana que vem, eu conto o porquê. Só posso adiantar que, quando algo não vai bem, a gente procura de todas as formas achar um motivo pra não acabar. Fica se sentindo culpada, achando que o problema é seu; ouve pessoas dizendo "não é vc, deixa disso"; pensa milhões de vezes antes de tomar a atitude definitiva; considera prós, contras e "talvezes"; e quando aparece uma oportunidade de ser feliz... SE MARTIRIZA POR ISSO! Felizmente, essa última fase eu já passei.
Aguardem semana que vem, pleeeeease! E eu comento nos blogs à medida que for dando uma folguinha. Saibam que adoro ler todos vcs!
Então que agora não vou mais poder atualizar o blog durante o dia, no escritório, como eu costumava fazer - mas é por uma boa causa, eu juro. Só peço paciência pra vcs, que explico a razão no final do mês, juro.
Você também já assistiu?
Mas não foi por isso que vim aqui hoje (nunca é, não é?). Hoje à tarde, no FX passou (de novo) a versão com nova dublagem de um dos filmes que moldaram minha infância, juntamente com Grease - Nos Tempos da Brilhantina; e a série Indiana Jones: Karate Kid - A Hora da Verdade.
Depois de 20 anos assistindo esse filme (e os outros 2 únicos da série que prestam), é que fui me tocar que, infelizmente, o pessoal não dá muito valor pras VÁRIAS lições que esse filme nos traz. O pior: esse filme só me fez ver, cada vez mais claramente, que ultimamente, estamos criando, cada vez mais, gerações e gerações e gerações de pessoas que vão ser, na melhor das hipóteses, um bando de bananas preguiçosos e que vão ter desculpas pra justificar pq não ganham uma medalha nas Olimpíadas (e, SIM, estou criticando abertamente aqui Neymar e cia, mas NÃO o vôlei masculino); pq não vão bem nos estudos; pq não mantêm um relacionamento (amoroso ou de amizade) real por mais de 5 ou 7 anos; pq não conseguem um emprego decente; pq não ganham o quanto ACHAM que deveriam ganhar... Muitos vão apontar o tão aclamado salve salvebullying, nova "febre", como culpado. Antes era a educação recebida em casa; por muito tempo foram as mães (repressoras ou superprotetoras); agora é o bullying.
Cena do baile de Halloween, do filme Karate Kid I
Nesse filme do Karate Kid, especificamente, se tem alguém que é "bullynizado" à exaustão, é o Daniel-san. Ele passa pelo menos metade do filme com medo, tentando se esconder, procurando alternativas pra não ser atacado pelos valentões que têm motos e fazem karatê em academia; fugindo; deixando de conversar com a menina que ele tá a fim... A cena típica é aquela dele indo ao baile de Halloween fantasiado de... CHUVEIRO! GENTE, CHUVEIRO!!! E chuveiro de pobre, ainda por cima, que tem cortina vermelha com bolinhas brancas, ao invés de um box fumê! Realizem!
O Daniel-san poderia ficar lá pra sempre, fugindo, se escondendo, dizendo "pow, eu nunca vou ficar com a menina, nunca mais poderei ir pra escola, nunca mais vou em porcaria nenhuma, nada dá certo pra mim mesmo..." - e até fez isso por um tempo, reclamava pra cacete que era melhor no outro lugar onde ele morava, talz. Ele não falou pra mãe que estava sendo perseguido. Ele não reclamou pro Seu Miyagi que tava apanhando no colégio. Ele tentou fugir, tentou se esconder. Até que chegou um ponto que ele não TINHA mais pra onde fugir. Foi aí que ele teve ajuda do seu Miyagi, e foi nesse momento que ele não apenas aceitou ajuda, como também PEDIU ajuda.
O povo hoje em dia só fala "se vc sofrer bullying, peça ajuda" - e nada além disso! Até parece que quem fala isso nunca sofreu saporra perseguição no colégio, e que pra cada denúncia contra os "bullynizadores", tem uma reação MUITO PIOR e que só quem é perseguido sabe qual é.
Não estou falando pra ninguém aqui que não se deve enfrentar ou denunciar os valentões que te "bullynizam". A diferença é achar que só o fato de contar pra alguém "mais velho, um pai, um professor", já vai resolver a situação, como num passe de mágica. Por favor, se for o caso, leia o texto até o final.
Então, voltemos a Karate Kid - A Hora da Verdade. Como o Daniel-san resolveu a parada do "bullying"? Ele foi esperto: pediu ajuda quando viu que não tinha como resolver sozinho essa coisa. Antes de pedir ajuda, ele tentou argumentar com os valentões. Tentou enfrentar sozinho os fortões. Tentou fazer de conta que não era com ele; tentou seguir com a vida; tentou uma porção de coisas! Só pediu ajuda, mesmo, quando viu que tinha alguém que podia encontrar uma saída melhor do que as que ele já tinha tentado. E essa pessoa (no caso, o seu Miyagi) deu um jeito pra que ele ENFRENTASSE a situação. Não resolveu, magicamente; mas ofereceu a oportunidade de lutar contra ela. O que o seu Miyagi fez? Desafiou o bonitão que tava moendo o Daniel-san na pancada pra um campeonato, onde os 2 estariam em pé de igualdade, e pediu pra deixarem o Daniel em paz até o campeonato. O problema tava resolvido? Nãããã, tava só adiado.
A segunda lição do filme, é em relação ao treinamento do Daniel-san. O seu Miyagi SABIA que, justamente por ser um chassi de frangofilé de borboleta magrelo cheio de raiva e que já tinha apanhado um monte, se ele começasse a treinar, e aprendesse a dar golpes de karatê logo, ele ia se sentir O MÁXIMO, e iria para o lado negro da força virar um cara horrível, daqueles que provocam qualquer um só pra mostrar que sabem lutar. O que o Seu Miyagi fez, então? Foi dando as dicas do treinamento, mas sem ser de uma forma muito explícita. Foi aquela coisa de "encere à direita, encere à esquerda; pinte pra cima e pra baixo; pinte prum lado e pro outro..." tipo da coisa sacal e que vc pensa "isso não é karate nem aqui nem na China". Daí, do nada, o Seu Miyagi resolve que ele já tá pronto pra treinar os golpes, e mostra que o que o Daniel-san treinou, era sim, karate!
(Gente, tá em inglês sem legenda, e não achei um com a dublagem ORIGINAL, que a voz do Daniel foi feita pelo Selton Mello)
Finalmente, teve o campeonato. Finalmente, os 2 se enfrentaram. O professor do valentão mandou trapacear, acertar a perna do Daniel-san, pra ele perder por desistência. E nessa hora, o Daniel teve a chance de desistir. Ele já tinha provado o que queria, que não era um covarde, que não fugia do problema. A mãe do Daniel falou que ele podia parar por ali. A menina que ele tinha se apaixonado falou que ele podia parar por ali. Até o Sr. Miyagi falou que ele podia parar por ali. A decisão de continuar no campeonato foi do Daniel-san.
A despeito da maioria do pessoal que lê o blog saber como o filme termina, quero acreditar que alguns que vêm aqui não viram esse filme ainda. E não quero nem estragar o final do filme, nem falar pra ninguém "olha, pensa assim, que assim é o certo". Só acho que se tem um filme que te mostra como agir diante do bullying, é esse. Posso resumir isso na frase que ouvi em um stand up:
"O mertiolate formou uma geração. A gente deixava de fazer m$%#a pq sabia que se ralasse o joelho, ia ter que passar mertiolate, e isso ardia muito! Por isso que essa geração é tudo desse jeito: FALTOU MERTIOLATE!"
Então que é bem verdade o que dizem: quando a gente pensa que tem todas as respostas, vem a vida e muda todas as perguntas! Pelo menos, desta vez, acredito que seja uma coisa boa! Por favor, por favor, por favor, tenham paciência e aguardem até setembro a confirmação das notícias...
Então que, por motivos de força maior, meu chefe "resolveu" me dar férias. Desse modo, estarei distante daqui por um tempo - mas possivelmente, vou continuar acessando os blogs amigos, o Face, o Twitter, talz.
Todo sábado, durante o programa do Caldeirão do Huck, o próprio Luciano Huck (ou, o que é mais provável, alguém da produção dele), entra no Facebook e no Twitter, e vai comentando os quadros, falando das atrações, essas coisas. E aí, os primeiros comments feitos nesses links, eu tenho muita certeza que são lidos - pq alguns amigos já me perguntaram pq o link que eu passava sobre o assunto não aparecia. Eu vi várias e várias vezes gente que não me conhece, não conhece a nossa história, e dava curtir no link, comentava... Então, tenho certeza que vcs, meus amigos virtuais, têm essa força pra gente conseguir mobilizar o pessoal de lá e ajudar minha tia a reencontrar a mãe biológica.
Juro pra vcs que abro mão de pedido de casamento em rede nacional, espero anos pra conseguir casar com o Fá, caso só no cartório se for preciso, mas o meu maior e mais íntimo desejo é conseguir promover esse encontro da minha tia com a mãe biológica.
O que eu preciso que vcs façam? Divulguem a história no blog de vcs. Encham o saco no Facebook e no Twitter. Se vc tiver algum contato, por menor que seja, com alguém da Rede Globo (ou da Record, ou do SBT, ou da Band, sei lá), dá um toque sobre essa história. Qualquer apoio que venha de vcs, pra mim, é importante. Eu só consegui entrar em contato com o dr. Piccione (que, aliás, foi MESMO atrás do histórico médico que talvez ajudasse a gente - VALEU, DR. PICCIONE!!!) por causa de vcs! Eu só consegui resposta da Prefeitura de Corupá por causa de vcs! E não vou desistir disso, só pq não tive resposta ainda.
Conto com vcs pra divulgar a história na internet. E sei que, por menor que seja a participação na divulgação, ela é importante.